Blindspot é uma série da NBC que teve sua primeira temporada em 2015. A série chegará ao fim na quinta temporada, ainda sem previsão de estreia. A história gira em torno de  Jane Doe, uma misteriosa mulher sem memória e com o corpo coberto de tatuagens, encontrada em uma mala no meio da Times Square. Ao que parece, as tatuagens possuem instruções que levavam ao nosso segundo protagonista, Kurt Weller, um agente secreto do FBI.

Apesar de ser antiga, não tinha me interessado sobre a série até mês passado e ainda estou no meio da segunda parte, sendo que no catálogo da netflix só tem três das quatro temporadas. Com um episódio mais acelerado que o outro e uma teoria da conspiração em cima da outra, tentando entender como toda a história e seus personagens se conectam, a série se desenvolve bem e ficou mais interessante do meio da primeira temporada para cá.

Eu, particularmente, tendo a aceitar histórias com fadas, dragões e magia muito mais fácil do que pessoas reais com problemas mirabolantes (como sobreviver a explosões e bombas a cada dois ou três episódios). Uma das minhas maiores curiosidades é ver o verdadeiro FBI em ação. Porque em Blindspot, a equipe chega gritando “FBI”, atirando em qualquer pessoa sem a menor preocupação se será fatal e ninguém dá a mínima. Essa é uma das coisas que mais me incomoda em Blindspot.

A série usa as memórias de Jane em seu favor. Sem saber de onde veio, ela começa a trabalhar com o FBI e, a cada nova memória, uma nova pista, assim como a cada nova tatuagem resolvida, um passo adiante. A história não se diferencia muito das outras que já estamos acostumados, como CSI ou Cold Case, mas consegue balancear a história de seus personagens com o caso abordado em cada episódio, fazendo com que nos interessemos por ambos.

Blindspot é uma bela opção para quem gosta de tiros, lutas e histórias fantasiosas, uma vez que não é possível que tudo isso possa acontecer com uma só pessoa (ou é).

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