Mais sombrio, mas muito mais engraçado, o mundo invertido continua se desenvolvendo.Passando um ano após a última temporada, as coisas parecem até terem se acalmado na cidade de Hawkins. Agora em 1985, vemos rostos conhecidos, no auge da adolescência, aproveitando um calmo e simples verão. (ah tá!)

O quarteto original (Mike, Will, Dustin e Lucas), já não está tão em sintonia. Apesar disso, nossas adoradas El e Max estão mais sincronizadas que nunca. E a série trabalha bem suas relações. Como a amizade de Steve e Dustin e a dinâmica entre Jim e Joyce!

A temporada, apesar de continuar desenvolvendo a narrativa do mundo invertido (que foi sempre seu foco), parece ter sido criada para desenvolvimento de seus personagens. Possivelmente para nos preparar para um adeus. Os episódios se dividem em diversos arcos e núcleos para no final se conectar em seu principal.

Tenho lido algumas críticas e comentários apontando a falta de “criatividade” e sobre enredos que somos apresentados e teoricamente são “inúteis”. Isso me faz questionar: Por que temos a necessidade de a cada nova série sermos apresentados a desfechos mirabolantes?

Stranger Things foi criada exatamente seguindo uma fórmula para atrair telespectadores, e, até agora cumpre seu propósito. Mesmo que não hajam tantas surpresas ao longo do caminho. Ela continua utilizando bem referências e continua caminhando em um ritmo positivo.

Os efeitos visuais estão tão psicodélicos, coloridos e berrantes que a cada início de episódio há um aviso para pessoas fotossensíveis. A trilha sonora continua sensacional. E a química dos atores, ah a química, está melhor que nunca!

Na minha opinião é a melhor temporada até agora. Quero proteger esses personagens a qualquer custo (incluindo a irmã do Lucas, que está mais incrível do que nunca).

A Netflix ainda não bateu o martelo sobre a renovação para 4ª temporada, mas é bem provável que aconteça!

E vocês, o que acharam?

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